quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Libertação incómoda


Miseravelmente as tropas invasoras no Iraque atacaram uma refém libertada.
A culpa vai ser do Joe D. ou da Anne M., recrutados para mercenários como forma de fugir à pobreza, exclusão, preconceitos raciais, desemprego.

Agora que a a italiana vai ser difícil de calar, vai.

Ela já estava no Iraque contado o que o império não quer que se conte.

Que a resistência não são só fanáticos fundamentalistas.
Que a resistência vai muito além da Al-Quade, criada pela CIA.

Foi feita refém, assustou-se, chorou.

Acabou por ser libertada e avisada pelos raptores: os americanos não lhe vão perdoar.
Tentaram castigá-la.

Falharam.

Continuam a massacrar um povo e mostram as garras a outros povos.
Faz agora, por estes dias, o começo da ocupação.

Sócrates não necessita de mandar retirar a GNR.
Mas não pode continuar a colaborar com os massacres.
As bases das Lages e outras devem ser interditas às forças invasora.

Hoje! Já!

Ouviu Senhor Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros?

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